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Indicadores de Folha de Pagamento.

Mensalmente, as empresas precisam cumprir com uma série de obrigações, entre elas, está a folha de pagamento. Esse documento traz todo o cálculo para o valor dos salários dos colaboradores, sendo que alguns indicadores de folhas de pagamentos devem aparecer em todos os modelos. 

Isso porque, a legislação brasileira não define um padrão a ser seguido na elaboração das folhas de pagamentos. As empresas são únicas, dessa forma, os holerites precisam ser adequados a cada realidade. Entretanto, alguns indicadores de Folhas de Pagamentos são obrigatórios e devem aparecer em todos os documentos, independente do modelo. 

Elaborar uma Folha de Pagamento não é um processo simples e precisa ser feito por pessoal capacitado. Nesse texto, você vai entender melhor quais são os indicadores de Folhas de Pagamento e como eles funcionam. 

Folha de Pagamento 

Antes de conhecer os Indicadores de Folhas de Pagamentos, é necessário conhecer melhor esse tipo de documento. Sendo assim, pode-se dizer que a Folha de Pagamento é explicada como uma lista das remunerações devidas aos colaboradores da empresa. 

Ele funciona como uma representação numérica de todas as informações trabalhistas referentes aos colaboradores. A partir desses números, as áreas de Recursos Humanos e/ou Contábil poderão calcular os valores salário líquido, tendo como base o salário bruto. 

Não podemos deixar de mencionar que, a elaboração desse tipo de documento é obrigatória por lei. Sendo que, sua regulamentação pode ser encontrada no artigo 464 da Consolidação das Leis Trabalhistas e pelo artigo 225 do Decreto 3048/1999. 

Além disso, por trazer um resumo das atividades do colaborador dentro da empresa, a folha de pagamento é um documento que pode exercer múltiplas funções. Assim, tem valor para os setores contábil, fiscal e, também, operacional. Saiba tudo sobre Folha de Pagamento nesse artigo. 

Indicadores  

Para a elaboração desse documento é obrigatório a inclusão de determinados indicadores. São eles: 

– Informações da Empresa; 

– Informação do colaborador: determinando o cargo ou a função de os colaboradores ocupam dentro da empresa; 

– Descontos: aqui entram todos os valores descontados do salário, como os impostos (INSS, contribuição sindical, FGTS), além de demais cortes, por exemplo, vale transporte; 

– Quantidade de dias trabalhados; 

– Horas extras; 

– Adiantamentos; 

– Valor do salário bruto; 

– Valor do salário líquido. 

Antes de começar a analisar os indicadores da Folha de Pagamento, as empresas precisam ter um controle sobre a situação dos colaboradores dentro da empresa. Dessa forma, é necessária atenção as demissões e admissões de colaboradores que aconteceram no último mês. 

Assim, colaboradores que não fazem mais parte dos quadros da empresa não terão as folhas de pagamento elaboradas. Os novos colaboradores não serão esquecidos, e receberão seus salários normalmente. 

Outro detalhe importante é que as informações da empresa e as dos colaboradores precisam estar corretas. Esse documento também é de extrema importância para os colaboradores. Ele funciona como um comprovante de renda, sendo indispensável para a compra de bens como carros, casas e o pedidos de empréstimos. 

A Folha de Pagamento é dividia em duas partes: Proventos e Descontos. A primeira faz referência a tudo o que o colaborador irá receber. Já a segunda, obviamente, indica os descontos que devem ser feitos sobre os salários brutos. 

Os Indicadores de Folha de Pagamentos de Proventos obrigatórios são: 

– Função ou Categoria: a ocupação do colaborador deve estar explicita no documento e precisa estar de acordo com as normas estabelecidas pelas Convenções Coletivas, sejam elas do comércio ou das indústrias. 

– Salário Bruto: os valores do salário bruto (sem os descontos) devem estar explícitos no documento e devem estar de acordo com as atividades realizadas pelo colaborador. 

– Acréscimos: esse deve ser um levantamento individual, já que leva em consideração a quantidade de horas extras feitas pelo colaborador. Além disso, entram aqui os adicionais noturnos, por periculosidade e insalubridade. 

Lembrando que, dependendo do nível de periculosidade das atividades realizadas, os colaboradores podem receber adicionais que vão de 10 a 40% do valor do salário bruto. 

Já os Descontos Obrigatórios são esses: 

– Frequência: essa também é uma análise individual. Ela se debruça sobre a quantidade de dias trabalhados e se o colaborador teve alguma falta sem justificativa. Caso existam faltas sem motivos, a empresa tem o direito de descontar o valor referente ao dia de trabalho do salário desse colaborador. 

 INSS: imposto de recolhimento obrigatório, sua taxa vária entre 7,65 e 11% do valor do salário e depende da remuneração em si. O cálculo deve seguir as diretrizes da Previdência e sempre respeitando o teto estipulado por esse órgão. 

– Imposto de Renda: assim como a contribuição do INSS é recolhida direto na fonte, o mesmo acontece com o Imposto de Renda que é recolhido diretamente do salário mensal do contribuinte. 

– Demais descontos: nessa parte entram os valores referentes a possíveis descontos de direitos e benefícios. Entre eles podemos citar: vale transporte (desde que de acordo com as regras da CLT); contribuição sindical; planos de saúde e vales (adiantamento de parte do salário) 

Depois de determinados todos esses valores, tanto dos ganhos como os dos descontos, é possível calcular o valor do salário líquido dos colaboradores. É esse valor que deverá ser repassado ao colaborador como pagamento pela venda da sua mão de obra. 

Importância da Folha de Pagamento 

Elaborar corretamente a Folha de Pagamento, através do processamento dos indicadores, é de extrema importância, tanto para as empresas, quanto para os próprios colaboradores. 

Para as empresas, esse documento, além de indispensável para o controle financeiro, funciona como um comprovante de recolhimento do INSS, do pagamento de benefícios e direitos trabalhista, assim como, do salário em si. 

Os dados das Folhas de Pagamento podem ser reunidos e analisados por órgãos do governo, dando assim um panorama do nosso país. 

Já para os colaboradores, esse documento, além de funcionar como um comprovante de renda, sendo indispensável para conseguir crédito no mercado, é essencial para o pedido de aposentadoria. Isso porque funciona como um comprovante de pagamento do INSS. 

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