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Principais ataques cibernéticos e como proteger sua empresa

De acordo com a consultoria alemã Roland Berger, em 2021, o Brasil foi o 5º país que mais sofreu ataques cibernéticos. Apenas no primeiro trimestre, foram 9,1 milhões de ocorrências. 

Tal número, alerta sobre a importância das pessoas e empresas buscarem meios de se protegerem de criminosos que, a partir da transformação digital, conseguem invadir e roubar dados sensíveis, além de dinheiro. 

Então, com a finalidade de informar e auxiliar no combate aos ataques cibernéticos, elencamos os principais crimes que ocorrem no país e como proteger as empresas desses perigos. Veja o conteúdo na íntegra! 

Ransomware 

Resumidamente, o ransomware é um malware que assume o controle do computador e sistema. Assim, consegue bloquear a máquina e criptografar arquivos do dispositivo. 

Ataques cibernéticos, como esse, são modos que hackers encontraram para exigir recompensa em dinheiro para devolver o controle dos arquivos, sistema e demais detalhes, além de ativar os serviços da máquina. 

Entenda mais em: Tudo o que você precisa saber sobre o Ransomware 

Geralmente, as recompensas acontecem em forma de cripto ativos. Como ameaça, os criminosos alegam que irão vazar determinados dados, coagindo empresários e profissionais. 

Deepface como um dos principais ataques cibernéticos  

Bastante comentada nos últimos meses, o “deepfake” é um dos mais novos métodos de ataque cibernético que utilizada a inteligência artificial, com a finalidade de para imitar imagem e voz de pessoas reais.  

Levando para a realidade das empresas, o feedbfake é utilizado pelos golpistas com o objetivo de convencer colaboradores a fornecerem dados confidenciais. 

Profissionais que estão em home office são as vítimas da vez, especialmente por serem alvos que não estabelecem contato presencial entre si e podem ser enganados, pois a voz seria a mesma. 

Fraudes em QR Code 

Uma das fraudes mais frequentes em QR Code é a substituição de um código correto por outro, que leva a um destinatário diferente. 

Ou seja, por conta do alto número de QR Codes gerados, a empresa Check Point identificou ataques que substituem os códigos dos estabelecimentos e os modificam por uma a URL diferente. 

Na prática, isso faz com que os clientes, por exemplo, sejam direcionados a uma página falsa, que leva ao pagamento em um conta de cibercriminoso.  

Ah, e tenha atenção, pois os criminosos também podem criar um código que direcionam as pessoas a aplicativos com malware, que podem invadir celular e roubar dados. 

Ataques cibernéticos a e-commerces com o Web skimmers  

Web skimmers é um crime cibernético que os hackers infiltram códigos, com o objetivo de roubar informações de pagamento, especialmente os cartões de crédito ou débito dos consumidores. 

Esse método de fraude ocorre, principalmente, em e-commerce por conta do aumento de compras pela internet. Assim, os criminosos conseguem as informações de cartão na página de pagamento. 

Obviamente, as lojas virtuais precisam assegurar ao máximo os dados de pagamento de seus clientes, entretanto, os consumidores também precisam ter alguns cuidados com esses ataques cibernéticos e, ao menos, instalar um antivírus. 

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Como se proteger de ataques cibernéticos com a Nuvem 

A nuvem, se bem utilizada, pode ser uma grande aliada na busca por combater os ataques cibernéticos. Isso ocorre porque o recurso assegura virtualmente dados que podem ser protegidos por meio da criptografia. 

Assim, criminosos não conseguem acessar localmente, já que dados sigilosos ou sensíveis estão salvos na nuvem, sem necessariamente haver uma cópia na máquina. Entretanto, é importante não ter senhas salvas, principalmente no navegador. 

Outra vantagem da nuvem, é sua arquitetura de segurança, como a Cloud Access Security Brokers (CASB) e Data Loss Prevention (DLP), entre outras para um modelo nativo na nuvem. 

Vale citar que é importante também empregar técnicas de machine learning e treinar seus colaboradores sobre comportamentos maliciosos de usuários e práticas que colaboram para uma invasão. 

Conheça o StarSoft Application, sistema de gestão que auxilia gestores e colaboradores na digitalização dos processos! Fale com nossos especialistas e entenda como pode ser aplicado em seu negócio. 

Relação entre LGPD e ciberataques 

Como já sabemos, a implementação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) trouxe uma série de regras para as empresas sobre consentimento, utilização coleta e armazenamento de informações das pessoas e dados sensíveis. 

E isso não seria diferente para situações que envolvem ataques cibernéticos. Desse modo, a LGPD promove ações que asseguram as informações de consumidores, colaboradores e parceiros.  

Mas, não somente por ocorrer sanções da legislação, mas também para proteger a empresa de vazamento de dados próprios e invasões que eliminam a confiança de clientes. 

O Data Protection, por exemplo, é um dos modos de proteger a sua empresa. O profissional encarregado chamado de “DPO” contribui para estabelecer boas práticas desde a coleta, tratamento e armazenamento de dados pessoais.  

Portanto, o profissional evita problemas com a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANP), faz com que as empresas reforcem a confiança externa e interna, além de estar em conformidade. 

Leia também “Data Protection: como a LGPD aumentou a proteção de dados nas empresas” 

Dicas da StarSoft para prevenir ataques cibernéticos 

Os softwares de gestão empresarial são cruciais para o bom funcionamento das empresas. Assim, o ERP com atuação na nuvem combina dois recursos importantes: automatização dos processos e armazenamento virtual. 

Então, o ERP ajuda a diminuir a atuação completa dos usuários e agregando proteção local e virtual. Além disso, faz com que os profissionais sejam mais estratégicos e consigam identificar falhas em sua própria atuação. 

Além do ERP, gestores, líderes e colaboradores podem assegurar a empresa e afastar possíveis ciberataques por meio de condutas, como: 

  • Reforçar a cultura organizacional voltada à segurança contra crimes cibernéticos; 
  • Ativar identificação em dois fatores 
  • Evitar senhas óbvias; 
  • Criar backups regulares e não somente em único local; 
  • Criptografar os dados; 
  • Ativar recursos de segurança oferecidos pela nuvem. 

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